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Diretoria da CODHAB reúne-se com entidades habitacionais contempladas com áreas em Samambaia

A diretoria da CODHAB reuniu-se, na tarde desta segunda-feira (16), com representantes das entidades habitacionais contempladas nos dois sorteios de áreas em Samambaia. O objetivo do encontro foi prestar informações sobre os procedimentos e sanar as dúvidas para que as associações e cooperativas possam dar início às obras. Até agora, 27 terrenos para construções multifamiliares foram sorteados. 

“Desde o início, temos tido bastante cuidado com a transparência e a agilidade de todo o processo de sorteio, trabalhando sempre ao lado dos órgãos de controle do DF. O objetivo é caminharmos juntos, para atender aos associados e fazer cumprir o programa habitacional na cidade”, disse o diretor Imobiliário da CODHAB, Jorge Gutierrez. De acordo com ele, o presidente da Companhia, inclusive, tem reiterado aos líderes a importância da autonomia e do poder de decisão do movimento. 

A diretora de Produção da CODHAB, Júnia Federman, também ressaltou que a participação é indispensável, já que os gestores mudam com o tempo. “Desta forma, queremos que as entidades continuem atuando, independentemente de quem esteja no Governo”, afirmou. 

Júnia apresentou o passo a passo do processo e várias orientações gerais. Segundo ela, é importante que as entidades visitem o local para conhecer as áreas a que estão concorrendo. “Também é fundamental pegar as diretrizes urbanísticas, que geralmente estão no Edital. Caso não estejam, a Administração Regional ou a Central de Aprovação de Projetos (CAP) com certeza terá”, disse.  

O passo seguinte à manifestação de interesse das entidades é o sorteio propriamente dito. Após 20 dias do procedimento, é a hora de os contemplados assinarem o contrato junto à CODHAB. De acordo com a diretora de Produção, esse prazo está em negociação e pode ser ampliado. 

O pagamento do terreno à CODHAB e a construção das edificações também foram abordados pela diretora. Há três formas para isso: financiamento, recursos próprios e por meio de construtora. “Independentemente da forma de pagamento, a figura do responsável técnico tem que existir”, enfatizou Júnia. 

Ela explicou ainda que as consultas iniciais para a aprovação dos projetos de arquitetura poderão ser feitas na Administração Regional ou na CAP, onde serão informadas as normas construtivas do local. “A aprovação dos projetos na CAP tem que acontecer até 120 dias depois da assinatura do contrato. Por isso, é importante iniciar essa articulação imediatamente para não perder o prazo para início e término das obras”, esclareceu. 

Por fim, a diretora de Produção destacou a importância da contratação, por parte das entidades, de profissionais especializados ou construtoras que possam desenvolver os projetos, obter a aprovação junto aos órgãos competentes, auxiliar quanto aos trâmites do Registro do Memorial de Incorporação do empreendimento no cartório e as demais ações necessárias para o financiamento, se for o caso, e a execução da obra. 

Dois gerentes da plataforma de Habitação da Caixa Econômica Federal também estiveram presentes à reunião, para tirar dúvidas das entidades sobre financiamento. 

 

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