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Gilson Paranhos realiza palestra, em Vitória (ES), sobre experiência da CODHAB

O presidente da CODHAB, Gilson Paranhos, está em Vitória (ES) para realizar palestra, na tarde desta terça-feira (26), no Seminário “Lei de Assistência Técnica – Vantagens e Possibilidades de Aplicação”. O evento é promovido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) do estado, em parceria com o IAB/ES e o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Espírito Santo.

 

O seminário tem como objetivo apresentar a arquitetos, urbanistas, gestores públicos, empresários e dirigentes dos movimentos sociais as vantagens e possibilidades da aplicação, pelas administrações municipais do estado, da Lei 11.888/08. O normativo assegura, a famílias com renda de até três salários mínimos, o direito à assistência técnica pública e gratuita para o projeto de construção ou reforma de suas moradias.

 

Em sua palestra, o presidente da CODHAB irá apresentar a experiência da Companhia com a oferta gratuita, por meio de dez postos de assistência técnica, de projetos de arquitetura para melhorias habitacionais. As famílias atendidas não só recebem todo o projeto pronto (para construção ou reforma) como também contam com o acompanhamento da equipe técnica durante toda a obra.

 

“Como, infelizmente, a autoconstrução é uma realidade nesse país, as habitações sofrem de problemas como falta de luminosidade e ventilação. O projeto, feito por um profissional, soluciona isso, entre outros problemas, e dá mais qualidade de vida a essas famílias”, explicou.

 

Paranhos irá mostrar, na apresentação, vários cases de melhorias habitacionais, projetadas pela equipe dos postos da Companhia. Com o Na Medida, um dos eixos do programa Habita Brasília, famílias são beneficiadas com o projeto de arquitetura, o acompanhamento da reforma e o material, custeado pelo governo com o teto de R$ 13.500,00 por família.

 

“Somos uma das poucas cidades no país que realmente aplicam a lei de assistência técnica gratuita. É preciso envolver governos estaduais e municipais que, muitas vezes, não tem nem conhecimento do normativo”, finalizou.

 

 

 

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