Gestores do governo voltam a se reunir no Sol Nascente

A equipe de gestores do governo voltou a se reunir hoje, pela terceira vez, para tratar das obras de instalação da rede de drenagem e da instalação da construção das 10 bacias de contenção da água da chuva no Setor Habitacional Sol Nascente. O trabalho se concentra, por ora, nos trechos 1 e 2. No trecho 1, está em andamento a construção das bacias 6 e 7 do empreendimento. No trecho 2, são adotadas as providências para construção do Parque Vivencial ao redor da bacia, projetado por arquitetas da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab).

No encontro, realizado no Posto de Assistência Técnica do Sol Nascente, foi debatido o plano de ação do trabalho, desenvolvido pela Codhab, Secretaria de Estado de Gestão do Território e Habitação (Segeth), Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sinesp), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Companhia Elétrica de Brasília (CEB) Ibram e Agefis, entre outros.

A diretora de Produção Habitacional da Codhab, Júnia Federman, acertou com os demais gestores as iniciativas a serem adotadas para desobstruir a área por onde passará a rede de drenagem. As medidas foram disponibilizadas num telão, onde também foram definidos os prazos para conclusão dos trabalhos e as ações de curto, médio e longo prazo. Será atualizado o levantamento socioeconômico da área, feito há dois anos.

O Setor Habitacional Sol nascente dispõe de um projeto urbanístico dividido em três trechos. Além de problemas de saneamento, os três trechos têm problema de lixo acumulado nas ruas, violência e as tentativas de grileiros de negocias terras públicas. A região faz parte da área administrativa da Ceilândia.

O Posto de Assistência Técnica da Codhab foi inaugurado no local no último dia 17. Três arquitetas e uma assistente social acompanham diariamente as obras de construção das bacias. O posto começou a funcionar dias depois da retirada da invasão na área onde estão sendo construídas as bacias 6 e 7.

O presidente da Codhab, Gilson Paranhos, defende a execução de obras públicas nas áreas objeto de remoção para evitar que novas construções sejam levantadas no local. Um mapeamento atualizado vai identificar as famílias que estavam no residencial há anos, das recém-instaladas, para evitar que novas invasões comprometam a regularização do local.

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