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CODHAB passa a economizar R$ 820 mil reais por mês aos cofres do GDF

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal  (CODHAB-DF)  recebeu, nesta quinta-feira (12),  a declaração da Caixa Econômica Federal ratificando a suspensão do pagamento mensal da dívida da Companhia referente aos contratos de empréstimo para a construção de unidades habitacionais. O contrato assinado, no início deste mês, vai gerar uma economia de R$820 mil mensais para o Governo de Brasília.

A suspensão do pagamento da dívida aconteceu por conta de uma força tarefa realizada pela CODHAB para a avaliação dos processos de mutuários da antiga SHIS, na qual constatou-se a existência de verba no Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS).

O presidente da CODHAB, Gilson Paranhos, afirma que a suspensão da dívida é uma vitória para a Companhia e para o Governo, e só pôde ser realizado por conta de um trabalho em conjunto. “O resultado é fruto do empenho dos servidores da CODHAB, inclusive os da antiga SHIS, bem como do incessante monitoramento e orientação da Controladoria”, conclui.

A dívida

A dívida teve início em 1966 quando a Sociedade De Habitação De Interesse Social, antiga SHIS, fez empréstimo, junto ao extinto Banco Nacional de Habitação (BNH), para a construção das unidades habitacionais e o desenvolvimento da política habitacional do DF. Em 2008, a despesa era de R$203 milhões.

Em janeiro de 2015, o valor era de R$ 182 milhões, e então se iniciou um trabalho na Companhia para que a dívida fosse reduzida até que pudesse ser quitada. Em dezembro do mesmo ano, a dívida caiu para 173,7 milhões, e continuou-se o trabalho de avaliação dos processos.

Em maio deste ano, com os valores dos créditos do FCVS, foi possível a suspensão do o pagamento mensal do débito. Foi assinado então, entre CODHAB e Caixa Econômica, o contrato de novação e renegociação da dívida.

Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS)

O fundo foi lançado pelo BNH, para garantir que a dívida assumida pelo mutuário fosse quitada junto ao agente financeiro. Para isso, era descontada, a partir da primeira prestação, uma porcentagem destinada ao fundo.

 

 

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